Na manhã de sábado (30/11) na Praça da Matriz aconteceu mais um evento de respeito ao trânsito promovido pelos jovens do Rotaract Club de Lauro de Freitas. Com muita energia e descontração, os jovens, liderados por Tainah de Leon, atual presidente do grupo, chamaram a atenção de todos que circulavam no local, para a importância do uso (pedestres) e do respeito (motoristas) quanto a Faixa de Pedestres.
A assessoria técnica de trânsito do município (SETTOP) representada por Álvaro Oliveira, que também lidera a Coordenação de Educação para o Trânsito, esteve presente atuando em conjunto com os Agentes de Trânsito Jamilton e Igor, além das colegas de trabalho Roberta Arnaoutte e Cristiane Ferreira que voluntariamente se apresentaram.

Com muita irreverência e animação, o Grupo Rotaract, fazendo uso de megafone, coroa de “grande alteza do trânsito” e perucas coloridas, chamavam a atenção para um tema sério, porém conquistando sorrisos e a simpatia dos motoristas. A cada parada na faixa eles ensaiavam uma "cantiga maluca” em ritmo de funk ,enquanto outros faziam distribuições de brindes (adesivos, saquinhos de lixo, panfletos, bonés, etc) . No mesmo período uma grande faixa cruzava a via com os dizeres: “O trânsito é de todos, mas a Faixa é do Pedestre”.

“Gostei muito de ver esse trabalho de vocês. Eu também sou motorista e costumo dar preferência no trânsito e paro sempre na faixa, mas quando estou como pedestre nem sempre tenho paciência de esperar. Só uso a faixa quando o trânsito está muito intenso”, disse a sra. Joseneide Silva, que passava.
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Tainah de Leon - Rotaract |
Após cada liberação da via pelo Agente de Trânsito, os cantores “malucos” agradeciam aos motoristas pelo exercício de cidadania versando com a marca de seus carros. Nem o agente Jamilton escapava das letras de suas músicas. Muito divertido.
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Álvaro Oliveira - SETTOP |
Na oportunidade o assessor e educador Álvaro Oliveira orientava aos ciclistas que, segundo o CTB (Código de Trânsito Brasileiro), ao atravessar na faixa eles deveriam desmontar da mesma e atravessar empurrando-a. Quando isso acontecia, adivinhem: os “malucos” aplaudiam e cantavam para os ciclistas, os quais saiam sorridentes como se houvessem recebido o Oscar.
