2 de mai. de 2013

A Origem da Palavra "OK"

Ok no Brasil e em alguns países


Quando queremos dizer que estamos de acordo com algo, é bastante provável que utilizemos a expressão OK. Eu e boa parte da população o fazemos.  Esta expressão vem do inglês e é pronunciado de acordo com as pronúncias das letras do alfabeto inglês. É uma expressão que se difundiu mundo afora e por isso se tornou “universal”, talvez por ser uma expressão “fácil” de aprender e de usar.


O OK (ou Okay) também pode ser dito de maneira gestual, de acordo com o país. No Brasil, temos por costume levantar o dedo polegar, mantendo os outros abaixados. Já nos EUA, costuma-se fazer um círculo com os dedos polegar e indicador, enquanto os outros três dedos ficam levantados, como na imagem abaixo:
Ok nos Estados Unidos

No entanto, essa expressão tão popular possui várias “teorias” com relação à sua origem. Uma delas diz que foi um maneira de se imitar a pronúncia de uma bebida francesa muito famosa na época, chamada de Aux Cayes. Diziam que a bebida era tão boa que passou a ser sinônimo de tudo o que era bom e perfeito.

Outra teoria diz que OK era abreviação de oll korrect, uma corruptela de all correct, que era a maneira usada na marinha britânica para dizer que não havia nenhum problema com as embarcações. Dizem que a pessoa responsável dizia OK se estivesse tudo em ordem, e só a partir daí é que os navios podiam partir.

Há quem diga também que esta expressão teve origem em outros idiomas, como o alemão, francês e idiomas indígenas. Porém existem duas teorias que são as mais “aceitas” como tendo originado o OK.

A primeira se refere a Martin Van Buren, candidato (e que acabou vencendo) às eleições presidenciais dos EUA em 1840. Ele adotou o apelido de Old Kinderhook, que era a cidade onde ele nasceu. Dizem que ele usava a expressão durante a campanha, para indiciar que tudo ia bem com ele. Além disso, ele escrevia O.K.  em todos os documentos oficiais que ele aprovava.

A segunda teoria é relacionada com a Guerra Civil Norte-americana, também chamada de Guerra da Secessão que aconteceu entre 1861 e 1865, que consistiu basicamente nos estados do Sul contra os Estados do Norte. Do lado dos nortistas, ao retornarem das batalhas, era feito um relatório informando quantas baixas tinham acontecido naquele dia. A representação era feita colocando se o número de mortos mais a letra k (killed). Sendo assim, se haviam morrido 10 pessoas, escrevia-se 10k. E quando não havia nenhuma baixa, escrevia-se 0k (Zero killed). Daí para a sua “variante” OK foi um passo.

Essas são as principais teorias de origem desta expressão tão difundida no nosso dia-a-dia.


Fonte:

1 de mai. de 2013

ACHADOS E PERDIDOS

SERVIÇO DE UTILIDADE PÚBLICA


Encontram-se no balcão da Livraria e Papelaria Ver Gê, no Largo do Caranguejo, documentos esquecidos e perdidos. Há uma variedade de documentos à disposição de todos. Os funcionários terão o maior prazer em devolvê-los aos donos e argumentam que ninguém aparece para procurá-los. Eles até já reservaram um espaço com os dizeres: DOCUMENTOS PERDIDOS, mas informaram que ninguém presta atenção. 


Aproveitando a oportunidade, você que perdeu seus documentos, dê uma passada nos correios, casas lotéricas, bancos, cartórios e locais onde, geralmente, há necessidade de apresentar documentos e que, ocasionalmente, a gente costuma esquecer.

Para evitar problemas com a justiça, a Secretaria de Segurança Pública orienta que seja registrada uma queixa na Delegacia mais próxima, informando a perda de seus documentos pessoais, evitando, assim, que outros façam o uso indevido e acabem por incriminar a vítima. Da mesma forma, é necessário realizar a informação no mesmo local da queixa, caso o documento seja encontrado.

Na papelaria do Caranguejo estão:

Certidão de Nascimento:
Sergio de Sousa Vitório

Título de Eleitor:
Letícia Sousa Santos
Suzana Ferreira Oliveira
Daiane Santos de Jesus
Jutaí Bartolomeu Pacheco Rebouças

CPF (importantíssimo)
Vanildo Santos Costa
Marta Miranda Silva
Amenaide Miranda Santos

Histórico Escolar
Alzinete de Andrade Caldas

30 de abr. de 2013

Vereador nega comportamento homofóbico e diz foi desrespeitado


Gilmar Oliveira (PSD),  rebateu as acusações de homofobia feita por Djair de Jesus Júnior, 26 anos, conhecido como Pirikito, que se apresenta como assessor do vereador Antonio Rosalvo (PSDB). "Ele é muito ousado e me desrespeitou, achando que poderia fazer da Câmara a casa dele. Não iria usar termos chulos. Infelizmente a pessoa gosta de criar cavalo de batalha para se aparecer. Mas ele vai cair do cavalo", disse e ressaltou que Djair usa a amizade que tem com parlamentares para utilizar o patrimônio público.


Ao final , o presidente da Câmara fez questão de ressaltar que é evangélico e não concorda com a prática da homossexualidade, mas respeita os homossexuais. "Eu amo todo eles. A Bíblia diz que tenho que amar nosso próximo como a nós mesmos. Não sou a favor da prática, mas amo e respeito", concluiu.

Blog do Lau