19 de dez. de 2019

Onde Está o Espírito Natalino?

Tenho andado por esses dias em minha cidade e não sinto mais aquele espírito de Natal, daí me peguei pensando: onde está o Espírito Natalino? O que aconteceu com aquele clima tão gostoso de meus tempos de criança e adolescente? 
Hoje já não se vê mais aquelas casas disputando quem tem a fachada mais iluminada. Dá para contar nos dedos as casas que colocaram, ainda que discretamente, uns pisca-piscas nas varandas, e, se duvidar, não preciso nem usar todos os dedos das mãos...
Muitas pessoas (equivocadamente) associam Papai Noel com Papai do Céu. Será que nos dias de hoje, devido à globalização e a liberação de tudo, a banalização pelas coisas e pessoas, a descrença aumentou a tal ponto que já não há mais uma conexão com o Papai do Céu e as pessoas deixaram de gostar do Papai Noel? As tradicionais Músicas de Natal se tornaram cafonas, as árvores viraram exclusividades das lojas, shoppings e repartições públicas. Raramente as vemos nas casas domésticas. Mas “Eu pensei que todo mundo
Fosse filho de Papai Noel”.
Por outro lado consumismo ainda é forte, haja visto que os convites para os chamados “amigos secretos”, “amigo oculto”, “amigo ladrão” ainda estão em alta! Eu, particularmente, já não me sinto tão empolgado com isso. Já descartei dezenas de convites, sejam eles pessoalmente ou em Grupos de Redes Sociais, que, quando a gente menos espera está lá nosso nome estampado em grupos que surgem do nada (risos).

24 de set. de 2018

A Riqueza de um Povo

Este texto nos impõe a responsabilidade de pensar um pouco mais sobre nossas ações, especialmente num ano de escolhas para nosso Pais.

Leitura recomendável.


A Diferença entre as Nações Pobres e Ricas não é a Idade da Nação.

Isto pode ser demonstrado por países como Índia e Egito, que têm mais de 2000 anos e são países pobres ainda.

Por outro lado, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, que há 150 anos atrás eram insignificantes, hoje são países desenvolvidos e ricos.

A diferença entre a nação pobre e rica não depende também dos recursos naturais disponíveis.

Japão tem um território limitado, 80% montanhoso, inadequado para a agricultura ou agropecuária, mas é a segunda economia do mundo. O país é como uma imensa fábrica flutuante, importando matéria-prima de todo o mundo e exportando produtos manufaturados.

Segundo exemplo é a Suíça, onde não cresce cacau mas produz os melhores chocolates do mundo. Em seu pequeno território ela cuida de suas vacas e cultiva a terra apenas por quatro meses ao ano, não obstante, fabrica os melhores produtos de leite. Um pequeno país que é uma imagem de segurança que tornou-se o banco mais forte do mundo.

Executivos de países ricos que interagem com seus homólogos dos países pobres não mostram nenhuma diferença intelectual significativa.

Os fatores raciais ou de cor, também, não têm importância: imigrantes fortemente preguiçosos em seus países de origem, são altamente produtivos em países ricos da Europa.

Então, qual é a diferença?

A diferença é a atitude das pessoas, moldadas durante muitos anos pela educação e cultura.
Quando analisamos o comportamento das pessoas dos países ricos e desenvolvidos, observa-se que uma maioria respeita os seguintes princípios de vida:

1. Ética, como princípio básico.
2. Integridade.
3. Responsabilidade.
4. O respeito pela legislação e regulamentação.
5. O respeito da maioria dos cidadãos pelo direito do outro.
6. O amor ao trabalho.
7. O esforço para poupar e investir.
8. A vontade de ser produtivo.
9. A pontualidade.
10. O orgulho de cumprir com o seu dever.

Nos países pobres, uma pequena minoria segue esses princípios básicos em sua vida diária.

Não somos pobres porque nos falta recursos naturais ou porque a natureza foi cruel conosco.

Somos pobres porque nos falta atitude. Falta-nos vontade de seguir e ensinar esses princípios de funcionamento das sociedades ricas e desenvolvidas.

ESTAMOS NESTE ESTADO PORQUE QUEREMOS LEVAR VANTAGEM SOBRE TUDO E TODOS.

ESTAMOS NESTE ESTADO PORQUE VEMOS ALGO FEITO DE FORMA ERRADA E DIZEMOS - "Não é meu problema"
DEVERÍAMOS LER MAIS  E AGIR MAIS!

SÓ ENTÃO SEREMOS CAPAZES DE MUDAR NOSSO ESTADO PRESENTE.

Se você não encaminhar esta mensagem nada vai acontecer com você.


Mas, se você ama seu PAÍS tente fazer circular esta mensagem para que o máximo número de pessoas possível, reflita sobre isso.

(Ademar Seccatto)

21 de set. de 2018

Sequilho com Goiabada

Criei o costume de toda semana comprar sequilho com goiabada na padaria perto daqui de casa. Comê-lo bebendo um café sem açúcar tornou-se, sem exagero, um dos momentos mais deliciosos da semana. Mas a goiabada me incomodava. Não necessariamente ela, mas sua pouca quantidade. Era um pingo no meio do sequilho.

Reclamei na padaria, chamei o padeiro de usura e tudo mais.

Outro dia, voltando do trabalho, passei pela padaria e, pra minha sorte, disseram que havia um sequilho especial pra mim. Lá estava, o meu sonho num sequilho de um real. Quase que completamente coberto de goiabada.

Chegando em casa, preparado o café e toda a ritualística necessária para consumir o apetecível sequilho, ocorreu que não comi nem a metade. Enjoei na segunda mordida. Doce demais, chegava a dar náuseas.

Dia segu.inte, cheguei na padaria e lá estava: outro sequilho coberto de goiabada. Me ofereceram e, por vergonha de dizer que odiei o do dia anterior, comprei. Em casa, raspei a goiabada e comi.

O problema, o inferno, não era a goiabada nem o padeiro, era eu. Fui eu quem, amando o que amava, queria do meu jeito, sem entender que eu gostava era do jeito que era, porque se do meu jeito fosse, eu rejeitaria, enjoaria e até tentaria fazê-lo voltar a ser como era.

Assim fazemos com as pessoas também. No início as amamos como são, depois que estão conosco começamos a criticar, tentamos mudá-las, tentamos "colocar do nosso jeito", sem saber que nosso jeito são nossas projeções, pessoas que não existem, e que se existissem, enjoaríamos delas.

Transformamos para descartar, porque quando aquela pessoa muda, muito provavelmente quem gostávamos não está mais lá.

Essa semana voltei à padaria, pedi o sequilho sem goiabada e mandei avisar ao padeiro que a receita original dele é que era a boa e não a minha versão.

Abençoados sejam meus amigos, cada qual a sua maneira e o seu jeito de ser.

Grande abraço.

Autor Desconhecido


Em homenagem à cada amigo que, com seu jeito diferente de ser, não devemos desprezar nem  ignorar, muito menos  querer mudar. Vamos amando uns aos outros e respeitando as diferenças