Nossa proposta, a proposta do 11 de Dr. Márcio e do candidato a vereador Álvaro Oliveira 11126 é administrar Lauro de Freitas como um todo.
O problema da cidade não é falta de recursos (dinheiro). É falta de gestão!
Este vídeo não me dá nem mais opção de comentário, ele por si se completa.
Este BLOG visa, como a maioria, mostrar o ponto de vista do autor. Também é usado para registrar alguma notícia, mas seu foco principal é cultivar a EDUCAÇÃO, seja ela em qualquer área de conhecimento ou comportamento.
28 de ago. de 2012
23 de ago. de 2012
Rua da Vasco também é 11, Dr. Márcio
O motorista Manoel Sodré, 63 anos, morador do Jardim Centenário, em Itinga, recebeu há alguns dias um panfleto com as propostas do candidato a prefeito de Lauro de Freitas Dr. Márcio (PP) para o município. Entre elas, duas cativaram Seu Manoel: a criação de uma maternidade e de um hospital para a criança. “Eu e minha família vimos as propostas e agora estamos com ele, nós acreditamos que ele é o melhor para a nossa cidade”, afirmou o morador, após conhecer o candidato na noite desta terça-feira, 21, durante a caminhada realizada pela chapa majoritária na comunidade.
Além de Dr. Márcio, participaram também da caminhada a sua esposa Dra. Adriana, o seu candidato a vice-prefeito Bebel Carvalho, o candidato a Vereador Álvaro Oliveira e candidatos a vereador dos partidos aliados. A visita à comunidade durou cerca de três horas e a cada rua por onde os candidatos passavam mais pessoas se juntavam à comitiva.
“Vocês abriram as portas para ouvir nossas propostas e até o dia 7 de outubro não vamos descansar: continuaremos nossas caminhadas, levando as nossas propostas de mudança, conversando com os moradores e conhecendo as pessoas, pois é assim que se deve fazer política, observando de perto o que precisa ser mudado e ouvindo o que a população tem a dizer”, declarou Dr. Márcio em pronunciamento ao final do evento.
Maria Margarida Gonçalves, 78 anos, uma das moradoras mais antigas do Jardim Centenário, que mora na localidade há mais de 40 anos, demonstrou sua alegria com a visita do candidato: “Eu confio demais em Dr. Márcio, com fé em Deus ele vai mudar tudo nessa cidade”, afirmou.
E esse também é o sentimento de Maria Inês, 50 anos, que ao ouvir o carro de som foi para a porta de casa esperar a chegada de Dr. Márcio: “Fiquei esperando ele aqui para poder dar um abraço. Vai ser uma maravilha quando ele for o prefeito”, disse.
21 de ago. de 2012
A HISTÓRIA DO BAND-AID
Tudo começou em 1920 com a dona de casa Josephine Dickson, moradora da cidade New Brunswick, estado de Nova Jersey, e casada com Earle Dickson, um comprador de algodão da fábrica Johnson & Johnson. Toda vez que ele chegava à sua casa o jantar já estava na mesa e todas as tarefas feitas por sua dedicada mulher. Porém, ao fazer todas essas tarefas de uma dona de casa normal, Josephine vivia arranhando, queimando e cortando suas mãos e dedos. Depois de semanas e constantes pequenos acidentes na cozinha, comovido com os ferimentos da esposa, que sentia dor, e vendo que seus machucados demoravam a cicatrizar, o dedicado Earle resolveu deixar alguns curativos prontos para que a mulher usasse durante o dia, enquanto ele trabalhava. Todas as manhãs, preparava algumas bandagens, colocando tiras de gazes, algodão e adicionando creolina, colados em tiras adesivas. A partir daí, Josephine passou a cuidar melhor dos seus ferimentos.
Não demorou muito para Earle (que mais tarde se tornou Vice Presidente da Johnson & Johnson, onde permaneceu até se aposentar em 1957) contar ao seu chefe sobre sua nova invenção (que para sorte da empresa não saiu de sua cozinha), e logo os curativos começaram a ser produzidos em grande escala pela Johnson & Johnson. O senhor W. Johnson Kenyon sugeriu para o curativo o nome BAND-AID: band (faixa, em inglês) por causa do pedaço de esparadrapo e aid (socorro ou ajuda em inglês).
O produto foi oficialmente introduzido no mercado em 1920. Era feito à mão e vendeu apenas 3.000 unidades em seu primeiro ano. As vendas continuaram insignificantes até que a empresa distribuiu um número ilimitado de BAN-AID gratuitamente aos escoteiros de todo o país, o que causou uma difusão impressionante do produto, fazendo com que suas vendas crescessem absurdamente. Em 1924, o produto passou a ser produzido em máquinas, sendo comercializado em muitas variedades de tamanhos e totalmente esterilizado. Nesta época o produto era mais direcionado para uso hospitalar. A partir de 1938 as bandagens adesivas BAND-AID eram fabricadas totalmente esterilizadas. Em 1939, com o produto já estabelecido no mercado americano, foram exportados mais de cem milhões de unidades. Durante a Segunda Guerra Mundial, milhões de BAND-AID foram enviados para a Europa. O sucesso do produto nos campos de batalha fez com que a empresa direcionasse seus esforços para tentar aumentar a popularidade do BAND-AID diante do consumidor comum.
Nas décadas seguintes, o BAND-AID se popularizou no mundo todo, ganhando uma completa linha de produtos para primeiros-socorros. Nos anos 90 e no início do novo milênio, a linha se modernizou e novas tecnologias foram desenvolvidas. Além disso, BAND-AID inovou ao lançar a linha de produtos decorados, transformando curativos em uma grande diversão. Em 2001, com quase 100 bilhões de curativos produzidos, a marca ingressou na era digital inaugurando sua página na Internet. Ao comemorar 85 anos de mercado, BAND-AID lançou as tradicionais latinhas de metal, tão comum na década de 20 e 30. Entre as principais novidades da marca nos últimos anos, estão: BAND-AID HURT-FREE ANTISEPTIC WASH, produto que substitui o sabão e a água para lavar e limpar cortês, arranhões e queimaduras, aliviando temporariamente a dor e impedindo infecções; e BAND-AID FRICTION BLOCK STICK, um lubrificante que diminui o atrito da pele com o sapato evitando assim a formação de bolhas e machucados.
Fonte: Mundo das Marcas
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