3 de fev. de 2015

Dá para manter o prazer depois de (...) anos de casados?

Olá, tenho 61, dois filhos adultos e sou casado há 32 anos. Adoro a minha mulher e curto o corpo dela, mas ultimamente temos tido problemas no sexo. Minha esposa tem 58 anos e está na menopausa. Ela tem a vagina muito seca e pouca libido. Ela não pode tomar remédio e diz que não sente mais vontade de fazer sexo como antes. O que faço para recuperar o nosso prazer?
Imagem: acritica.uol.com.br/vida/Exposicao-afetivo-sexual-casais-idosos

O desejo sexual é algo que varia ao longo de uma união. Existem fases em que o desejo está em alta, principalmente no início da vida a dois. Aos poucos, ele vai perdendo força, seja pela ausência do novo, seja por segurança, acomodação, rotina, entre outros fatores.
Não é fácil manter o desejo e a motivação numa frequência que satisfaça ambos. Em geral, o homem se mostra sempre mais disposto para o sexo, com menor ou nenhum esforço. A mulher necessita de um maior número de estímulos vindos do parceiro, uma combinação de atenção, carinho e sedução. Essa diferença acaba exigindo dos casais um investimento em tempo e energia na busca de sintonia.

O problema é que na maioria dos casos a vontade de investir tempo e energia se esgota ao longo da união. Da mesma forma, as prioridades e necessidades de cada um dos parceiros deixam de se encaixar ao longo da vida.
Enquanto para ele o sexo figura nas primeiras posições, como prioridade em sua vida, mesmo após certo tempo. Para ela, transar fica bem mais atrás. O sexo perde espaço para filhos, trabalho, descanso, cuidados com a saúde, tempo de convivência com a família e a vida social.

Esse quadro pode sofrer modificações. A diminuição do número de relações sexuais pode inclusive não ser algo negativo. A frequência pode cair, mas a qualidade do sexo pode melhorar, com os parceiros aprofundando a cumplicidade com o seguir dos anos. Por outro lado, o casal também pode caminhar para uma rotina sem qualquer interação sexual.
Tudo depende de como o casal lida com as mudanças pessoais e na vida a dois ao longo do tempo. 

Na menopausa – com o término da menstruação e significativas mudanças hormonais - a motivação e a libido feminina podem ser afetadas. A indisposição para a transa pode ser decorrente de vários sintomas, como por exemplo: ondas de calor, suores noturnos e a falta de lubrificação, ocasionando um sexo doloroso.

Imagem: www.sparkpeople.com/
A reposição hormonal pode ser uma indicação médica para minimizar os sintomas. Além disso, outras medidas auxiliam nessa melhora: atividade física, exercícios de relaxamento, cuidados com a alimentação e a busca de prazeres – não só os sexuais.

Geralmente, o envelhecimento afeta significativamente a autoestima feminina. A mulher não se acha atraente sexualmente e se afasta da própria sexualidade.

Porém, para outras mulheres, essa fase pode ser propícia para o aumento de sua libido e disposição sexual. Sua história, condições atuais, orgânicas, emocionais e psicológicas influenciam diretamente nesse momento da vida.

Caro leitor, existe no mercado o gel lubrificante para ser usado durante as relações sexuais, próprio para mulheres que tem o ressecamento vaginal. Porém, a queda da libido pode estar também relacionada a outros fatores mencionados neste texto. O ginecologista e o terapeuta sexual poderão fazer uma melhor avaliação.

Por outro lado, uma maneira de resgatar o sexo depois de anos juntos é investir mais em atitudes de conquista e sedução. Você sabe o que mexe positivamente com o humor de sua esposa, conhece prazeres que geram momentos de alegria e descontração.
Investir no bem-estar dela pode aumentar a libido. Lembre-se de demonstrar carinho e atenção a sua mulher muito antes de ir para cama. Facilite o dia a dia dela, divida as tarefas do cotidiano. Isso pode deixá-la mais feliz com você e mais disposta ao prazer. Ficar insistindo para transar também não vai ajudar. Pior, pode afastá-la ainda mais do sexo.


Fonte:
www.tribunadabahia.com.br/2015/02/01/da-para-manter-prazer-depois-de-32-anos-de-casados

23 de jan. de 2015

Grupo Plantado na Rocha juntos contra o Falciforme

Nesta sexta-feira 23, mais uma vez o GRUPO PLANTADO NA ROCHA esteve na Unidade de Saúde Bem Querer para, com muita alegria, doar dez cestas básicas para famílias carentes que também convivem com alguém na família portadora da Doença Falciforme.


"A anemia falciforme é uma doença genética e hereditária, predominante em negros, mas que pode manifestar-se também nos brancos. Ela se caracteriza por uma alteração nos glóbulos vermelhos, que perdem a forma arredondada e elástica, adquirem o aspecto de uma foice (daí o nome falciforme) e endurecem, o que dificulta a passagem do sangue pelos vasos de pequeno calibre e a oxigenação dos tecidos.
As hemácias falciformes contêm um tipo de hemoglobina, a hemoglobina S, que se cristaliza na falta de oxigênio, formando trombos que bloqueiam o fluxo de sangue, porque não têm a maleabilidade da hemácia normal.[...]
A anemia falciforme é causada por mutação genética, responsável pela deformidade dos glóbulos vermelhos. Para ser portador da doença, é preciso que o gene alterado seja transmitido pelo pai e pela mãe. Se for transmitido apenas por um dos pais, o filho terá o traço falciforme, que poderá passar para seus descendentes, mas não a doença manifesta.
São sintomas da anemia falciforme:

* Dor forte provocada pelo bloqueio do fluxo sanguíneo e pela falta de oxigenação nos tecidos;
* Dores articulares;
* Fadiga intensa;
* Palidez e icterícia;
* Atraso no crescimento;
* Feridas nas pernas;
* Tendência a infecções;
* Cálculos biliares;
* Problemas neurológicos, cardiovasculares, pulmonares e renais;
* Priapismo."    
(http://drauziovarella.com.br/letras/a/anemia-falciforme/)


Com muita ousadia e coragem, o GPR abraçou estas famílias e, com recursos próprios, firmaram compromisso de manter estas doações durante todo o ano de 2015.

GRUPO PLANTADO NA ROCHA procura contribuir com sua parte social, baseado na Lei Municipal de Lauro de Freitas nº 1.145 de 11 de novembro de 2005, onde no seu Art. 2 diz: 
"A Prefeitura Municipal de Lauro de Freitas garantirá, junto ao SUS - Sistema único de Saúde, as condições necessárias para implantação e desenvolvimento do Programa de Prevenção, Diagnóstico, Assistência Médica Integral e Orientação Educacional às pessoas portadoras de Doenças Falciforme e outras Hemoglobinopatias, bem como, a participação de profissionais especializados e representantes de Associações, no grupo de trabalho a ser constituído"



































19 de dez. de 2014

Mutirão do Primeiro Natal sem Fome do GPR-LF






















Foi com muita alegria e entusiasmo que o 
GRUPO PLANTADO NA ROCHA se reuniu nesta quinta-feira, dia 18, na Sede em Vida Nova, para montar o kit de doações do 
1º Naltal Sem Fome de Lauro de Freitas do Grupo Plantado ma Rocha.

A meta era juntar 1000 kg de alimentos não perecíveis e doar para famílias carentes do município nos dias que antecedem o Natal. Essa meta não somente foi alcançada, como foi superada em mais de 40%. As doações arrecadadas não paravam de chegar e a alegria era tamanha e notória no semblante de cada membro do Grupo.

Depois de separar os alimentos por categoria (feijão, arroz, açuçar, farinha, leite, óleo, café, macarrão, biscoito, sal, flocos de milho...) foram então montados os kits, que somaram o suficiente para ajudar 100 (cem) famílias. O mais gostoso de tudo isso é que ainda sobrou cerca de 30kg de feijao, mais 30kg de arroz e flocos de milho. Além disso, alguns integrantes afirmaram que ainda tem arrecadação para receber. 

Ao total o Grupo prevê doações para 120 famílias. Não é muito, mas ainda que fosse uma só família já teria valido a pena.

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-Por que doar alimentos no Natal? 
-As pessoas só sentem fome no Natal?
Certamente esse é um questionamento que muitos se fazem. Pois bem, quem precisa de ajuda REALMENTE não escolhe a época de ser ajudada, mas infelizmente (ou felizmente) esse período natalino nos remete a pensar mais no próximo, primeiro pelo sentimento de amor de Deus pelo festejo do nascimento de Jesus, depois pelo fato de que quem trabalha de forma legal tem direito a uma renda extra que é o 13º salário, o que nos possibilita a compartilhar um pouco com o próximo. Vamos combinar que nossa vida financeira geralmente é muito dura e que não temos condições de alimentar nossa família e mais outra durante o ano inteiro. Se podemos fazer isso no Natal, glória a Deus por isso. Nada é por acaso.

o GRUPO PLANTADO NA ROCHA aproveita o espaço desta revista eletrônica para agradecer a cada um dos colaboradores, e também a cada um dos membros do Grupo que doou 1Kg a cada reunião realizada.